O poder das crianças é, de facto, impressionante. Ontem, quando íamos para casa, eu e a L., a polícia mandou-me parar. Eram dois agentes e, como é natural, fiquei mei0 nervosa, não porque tivesse alguma coisa a temer mas porque nessas situações prefiro sempre que me deixem seguir...
Foi a primeira vez que me mandaram parar com a L. no carro. Pensei que ela ia ter medo e qual não foi a minha surpresa ao verificar que, enquanto eu reunia todos os documentos, ela conversava animadamente com um dos agentes. Contava-lhe que vinha do parque biológico, o que tinha visto e... perguntou-lhe o nome.
Depois desta conversa, o agente perguntou-me apenas se estava tudo bem, pediu-me a carta de condução e mandou-nos seguir, despedindo-se calorosamente da minha princesa.
Não pude deixar de sorrir:)
Olá. Chamo-me Cristina e adoro trabalhos manuais, sobretudo Ponto Cruz, Arraiolos, Tricot e Crochet...Quero partilhar convosco algumas das minhas criações e trocar experiências. Qualquer informação ou encomendas é só mandar um mail...
Seguidores
sexta-feira, 25 de março de 2011
Chapéu
Tenho andado meio parada. Na verdade tenho tido uns dias tão corridos que me sinto bastante cansada. Quando chego à noite, depois de adormecer a L., já me apetece mesmo é ficar também na cama. Aliás, quando ouço aquele spot na RFM, sobre o que faríamos se tivessemos mais uma hora para nós, penso mesmo que, nesta fase, a passaria a dormir.
Mas continuo com vários projectos em mãos e em mente:)
Aqui fica a minha mais recente produção. Um chapéu fresquinho para a Primavera. A L. adorou. Quis logo experimentá-lo e assenta-lhe que nem uma luva:)
Também já comecei a passadeira. Já sei que vou demorar uma eternidade a fazê-la (são 3m de comprido por 0,75 de largura) mas não tenho pressa...
Não se esqueçam de me dizer se gostaram do meu chapéu.
beijinhos,
cris
quarta-feira, 16 de março de 2011
O prazer do folhear
Um destes dias, numa conversa com algumas amigas, comentávamos a grande influência da Internet na vida das novas gerações. Dizia-me uma que a filha só estudava no computador e que nem conseguia ler um livro no papel. Dizia-me também que daqui a uns anos já ninguém ia ler um livro impresso…
A conversa surgiu a propósito do novo livro do jornalista Fernando Madaíl, A Costureira sem Cabeça, acabadinho de me chegar às mãos. Manifestei a minha ansiedade de o começar logo a ler, primeiro por ter sido escrito por uma pessoa que admiro muito e por quem tenho uma profunda amizade e segundo porque tenho alguma curiosidade em saber como foi, de facto, vista pelo povo a implantação da República.
Ao olhar para o livro, ao folheá-lo e ao sentir a textura das suas páginas, não quero sequer acreditar que as novas gerações vão desperdiçar o prazer de ter um livro nas mãos, de sentir o seu cheiro, a ansiedade do virar das páginas…
Pensei então nas tais caixas que estão lá em casa, nos livros que fui reunindo ao longo destes anos, no prazer que me deram e continuam a dar, e só espero que essa teoria de que daqui a uns anos já ninguém vai ler um livro impresso seja pura utopia.
A conversa surgiu a propósito do novo livro do jornalista Fernando Madaíl, A Costureira sem Cabeça, acabadinho de me chegar às mãos. Manifestei a minha ansiedade de o começar logo a ler, primeiro por ter sido escrito por uma pessoa que admiro muito e por quem tenho uma profunda amizade e segundo porque tenho alguma curiosidade em saber como foi, de facto, vista pelo povo a implantação da República.
Ao olhar para o livro, ao folheá-lo e ao sentir a textura das suas páginas, não quero sequer acreditar que as novas gerações vão desperdiçar o prazer de ter um livro nas mãos, de sentir o seu cheiro, a ansiedade do virar das páginas…
Pensei então nas tais caixas que estão lá em casa, nos livros que fui reunindo ao longo destes anos, no prazer que me deram e continuam a dar, e só espero que essa teoria de que daqui a uns anos já ninguém vai ler um livro impresso seja pura utopia.
Caixas, caixas e... mais caixas
Sou desorganizada por natureza. Pensei que melhorasse com a idade mas parece-me que vou ter que conviver mesmo com isto. A sorte é que o pessoal lá de casa já deixou de se incomodar ou, pelo menos, deixou de me incomodar com a minha desorganização.
Por mais trabalhos que faça, as caixas continuam por lá. Bem acondicionadas, diga-se, mas continuam lá. Umas com lãs, outras com linhas, outras com trabalhos a meio, outras repletas de livros… A maioria das caixas dos livros já transferi para a casa do meu pai que é bem mais ampla que a minha e, infelizmente, muito menos movimentada. Tive até a CORAGEM de me desfazer de alguns manuais copiados e de resmas de apontamentos que fui acumulando ao longo de 16 anos de estudo. Não sei se foi bem coragem ou necessidade, já que quando a L. nasceu precisava urgentemente de libertar espaço, mas a verdade é que consegui.
Mas agora volto a deparar-me com uma situação idêntica e sinto novamente necessidade de me separar de algumas daquelas caixas. Já tentei levá-las para o meu pai mas como pretendo dar uso a todas aqueles linhas e lãs parece-me que não é muito funcional. Confesso que no caso dos livros foi bastante mais fácil. Primeiro comprei as caixas para lá deixar e depois fui levando os livros, tendo começado pelos já lidos. E, no meio da minha desorganização, dei por mim a fazer uma listagem de todos, por título autor e editora… No final, fiquei muito surpresa! Como não tenho espaço para os ter em estantes, não fazia ideia da quantidade de livros que tenho. A lista ainda não terminou e há muito que já ultrapassei a centena e meia. Só da minha escritora preferida tenho mais de 20 nas caixas, não contando os que tenho emprestados a várias amigas que, como eu, por muito pouco tempo que tenham, não dispensam uns momentos de evasão.
Só espero que um dia a minha filha partilhe este gosto comigo – tem que sair à mãe em alguma coisa, não?! – e desfrute deste meu espólio :)
Por mais trabalhos que faça, as caixas continuam por lá. Bem acondicionadas, diga-se, mas continuam lá. Umas com lãs, outras com linhas, outras com trabalhos a meio, outras repletas de livros… A maioria das caixas dos livros já transferi para a casa do meu pai que é bem mais ampla que a minha e, infelizmente, muito menos movimentada. Tive até a CORAGEM de me desfazer de alguns manuais copiados e de resmas de apontamentos que fui acumulando ao longo de 16 anos de estudo. Não sei se foi bem coragem ou necessidade, já que quando a L. nasceu precisava urgentemente de libertar espaço, mas a verdade é que consegui.
Mas agora volto a deparar-me com uma situação idêntica e sinto novamente necessidade de me separar de algumas daquelas caixas. Já tentei levá-las para o meu pai mas como pretendo dar uso a todas aqueles linhas e lãs parece-me que não é muito funcional. Confesso que no caso dos livros foi bastante mais fácil. Primeiro comprei as caixas para lá deixar e depois fui levando os livros, tendo começado pelos já lidos. E, no meio da minha desorganização, dei por mim a fazer uma listagem de todos, por título autor e editora… No final, fiquei muito surpresa! Como não tenho espaço para os ter em estantes, não fazia ideia da quantidade de livros que tenho. A lista ainda não terminou e há muito que já ultrapassei a centena e meia. Só da minha escritora preferida tenho mais de 20 nas caixas, não contando os que tenho emprestados a várias amigas que, como eu, por muito pouco tempo que tenham, não dispensam uns momentos de evasão.
Só espero que um dia a minha filha partilhe este gosto comigo – tem que sair à mãe em alguma coisa, não?! – e desfrute deste meu espólio :)
Carteira Florida
quinta-feira, 10 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Carteira da kitty Azul
Ora cá estão mais umas carteirinhas da Kitty. De tamanhos diversos e de várias cores. Azul, rosa escuro e rosa claro. Ainda me falta fazer uma de rosa "chok" e acho que vou mesmo experimentar uma em verde.
Também estou a diversificar os modelos, para quem já tem da Kitty ou simplesmente não é grande apreciadora (o que será difícil no caso das meninas).
Estas lãs de primavera são fantásticas. Muito leves e fofas. Espero que vocês gostem e as princesinhas também...:)
Subscrever:
Mensagens (Atom)